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O Juiz

      Ser íntegro e imparcial são pré-requisitos indispensáveis na personalidade de um bom juiz. Sua tarefa é uma das mais árduas da arena pois em tão pouco tempo deve julgar cada prova, sendo 8 segundos para montarias e tempos ainda menores como os 3”12 recorde de Paulo Pimenta competidor do bulldogging.

      O juiz deve julgar a prova considerando um número de regras estabelecidas pelos órgãos regulamentadores do rodeio e ainda situações mais abstratas como o grau de dificuldade para o peão gerado pelo pulo do animal, o número de pulos executados, o estilo do peão, o uso das rosetas, infrações como o apelo(o peão usa a mão livre para se apoiar em ferragens ou no próprio animal), enfim são tantos ítens a serem avaliados quase que simultaneamente e em tão pouco tempo que parece quase impossível.

      A tudo isto deve-se juntar o fato de que a carreira e até mesmo a passagem de volta para casa, do cowboy, dependem do trabalho deste profissional. Existem alguns cursos assim como vários seminários e work shops ministrados no Brasil e no exterior que visam a formação e o aperfeiçoamento da profissão.

      Dado a tanta experiência necessária para julgar uma prova, não é raro o fato de que grande parte dos juízes tenha começado suas carreiras como atletas do estilo que julgam.

 

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